Ontem de manhã fiz a barba. E mesmo no fim acordei com o meu lábio superior em arrancar-lhe um bocado.
Todo um manancial de sangue jorrou. E depois parou. Tudo bem.
Almocei, lanchei, jantei, arranjei-me e toca de sair para o Auditório Carlos Paredes em Benfica para mais a segunda sessão de "Duas Vidas, O Mesmo Número de Porta" em conjunto com o meu colega Eduardo Ramos.
21:30 - Tudo preparado no palco e nos bastidores. Cortina pronta a abrir. Verifico que nenhum projecto me cairá em cima entretanto e espreito a traseira do palco por onde tenho de passar para não ter surpresas a meio do caminho. Perfeito! Siga a marinha que a maré está baixa!
Começou a peça, com um público muito bem disposto. E de repente dou por algo vermelho a boiar na água... era sangue! Que bom!
Improviso a dar com pau com um guardanapo à frente da boca a tentar para o sangue ao longo de quase 1 hora e meia. Só nos últimos 5 minutos parou.
As duas primeiras sessões desta nossa peça já foram. Seguem-se as outras 4. Uma das quais dia 19, em que a minha pessoa fará 21 anos.
Foi bom voltar a pisar o palco numa peça de teatro. Tinha saudades. Só tenho pena que em Portugal, cada vez mais, isto, esteja bom é para os privilegiados.
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